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Certificados digitais do time

Certificados digitais da equipe sob um único painel de controle.

Centralizamos, rastreamos e protegemos o uso de cada certificado digital do escritório. Cada advogado acessa o que precisa, de qualquer lugar e ao mesmo tempo, e o registro guarda quem usou, quando e em qual sistema.

01Sem token físico e sem fila de acesso entre sócios
02Registro auditável de cada uso, sem depender de planilha
03Conformidade com a LGPD e com o sigilo profissional
Painel único de identidade e acessos do escritório
Certificados centralizadosCertificados A1 e A3 do escritório em um só painel, com titular, validade e sistemas vinculados.
Perfis e permissõesRegras de acesso por advogado, área, sistema permitido e janela de horário autorizada.
Sistemas liberadosTribunais, portais de governo, cartórios e sistemas internos sob a mesma política.
Alertas de vencimentoAvisos antecipados de expiração para nenhum prazo travar por certificado vencido.
Registro de cada acessoQuem usou, quando, em qual sistema e por quanto tempo. Sem processo manual.
Relatórios de auditoriaRelatórios automáticos para o sócio responsável, para o cliente e para auditorias externas.
Dama da Justiça

A Governança Vem Primeiro

Certificado compartilhado por mensagem é passivo de conformidade esperando uma auditoria aparecer. A governança de identidade digital define quem pode usar cada certificado, em quais sistemas, em qual horário e com qual registro. Assim se resolve o dilema entre controle e velocidade na rotina do escritório de advocacia.

Pilares de Governança

Os controles essenciais dos certificados da casa.

Nenhum advogado deveria disputar token, esperar um colega liberar acesso ou assinar sem saber quem usou o certificado antes. Os controles abaixo transformam isso em rotina auditável, sem criar burocracia para quem produz.

01

Centralização

Todos os certificados do escritório, A1 e A3, em um único painel: titular, validade, sistemas vinculados e quem pode usar cada um. Nada de token circulando entre mesas, gavetas e conversas de mensagem dentro da equipe.

02

Perfis de acesso

Regras por advogado, sócio, paralegal, equipe administrativa, departamento e usuário externo. Quem não tem autorização não acessa — e cada pedido fora da política passa por aprovação registrada.

03

Rastreabilidade

Cada uso gera registro imutável: quem acessou, quando, em qual sistema e por quanto tempo. Quando a auditoria ou o cliente pergunta, o histórico já existe — não precisa ser reconstituído de memória.

04

Segurança

Múltiplos fatores de autenticação, criptografia ponta a ponta e ambiente isolado por cliente. O certificado nunca sai do ambiente controlado e a proteção não depende da disciplina manual da equipe.

05

Produtividade

Sem token físico, sem fila e sem disputa por certificado: toda a equipe opera ao mesmo tempo nos sistemas de que precisa. De qualquer lugar, inclusive em audiência, em viagem ou em trabalho remoto.

06

Escalabilidade

Do escritório com poucos sócios à operação com centenas de CNPJs. A governança acompanha a estrutura do escritório, aplica políticas por área e cresce sem troca de sistema e sem perder rastreabilidade.

Modelo Operacional de Identidade

A política de identidade vira regra do sistema.

Política guardada em pasta não impede acesso indevido. O que impede é regra aplicada dentro do sistema: permissão por perfil, autenticação reforçada e limite por sistema e horário. Somam-se assinatura em nuvem e registro automático de cada ação realizada.

Políticas aplicadas

Transforme exigências de sigilo, conformidade e auditoria em regras efetivas de acesso, uso e assinatura dentro dos sistemas do escritório.

Operação sem atrito

O advogado acessa os sistemas como sempre fez e assina em nuvem, sem instalar programas na máquina. A regra de governança trabalha por trás, sem mudar a rotina de quem produz.

Visibilidade contínua

Acompanhe em tempo real quem está usando cada certificado, em qual sistema e em qual horário. Os relatórios ficam prontos para o sócio responsável, para o encarregado de dados e para auditorias.

Certificados CentralizadosCertificados A1 e A3 cadastrados em nuvem, com titular, validade e sistemas vinculados em um só lugar.
Perfis e PermissõesRegras por usuário, grupo, área, sistema liberado e janela de horário permitida para cada perfil.
Aprovações e ExceçõesFluxo de aprovação para acessos sensíveis e tratamento registrado de cada exceção solicitada.
Assinatura em NuvemA equipe assina e protocola de qualquer lugar, sem token físico e sem instalar nada nas máquinas.
Registro e AuditoriaLog imutável de cada acesso e relatório automático, sem processo manual e sem reconstituir histórico.
Áreas de Política

O que a governança de identidade deve abranger.

O escopo certo depende do porte do escritório, das áreas de prática, dos sistemas acessados e das obrigações de sigilo assumidas com cada cliente.

Certificados A1 e A3

Cadastro em nuvem dos certificados A1 e vinculação dos A3. Migração dos certificados que o escritório já usa, sem instalação nas máquinas dos advogados.

Perfis de acesso

Regras por advogado, sócio, paralegal, estagiário, equipe administrativa, área de prática e usuário externo, com política individual sempre que a operação exigir.

Sistemas liberados

Definição de quais sistemas cada perfil pode acessar: tribunais, portais de governo, centrais de cartórios, sistemas internos, ERPs e plataformas corporativas do cliente.

Uso e horário

Definição de quando e como cada certificado pode ser usado, com bloqueio de uso fora da política. Prazo de validade monitorado e trilha de quem autorizou cada liberação.

Registro e auditoria

Log completo por usuário, sistema, data e duração. Disponível a qualquer momento para o sócio responsável, para o cliente, para o encarregado de dados e para auditorias externas.

Conformidade e sigilo

Adequação à LGPD e controle granular sobre dados pessoais. Relatórios automáticos para o encarregado de dados e cuidado com o sigilo profissional em cada acesso realizado.

Pedido de acessoO advogado solicita o certificado ou o sistema de que precisa para o caso.
AutenticaçãoMúltiplos fatores confirmam a identidade de quem está entrando no sistema.
Uso autorizado do certificadoO acesso acontece dentro da política definida pelo escritório.
Assinatura em nuvemPetições, contratos e documentos são assinados sem token físico.
Registro automáticoCada ação fica gravada em log imutável no momento em que acontece.
Relatório de auditoriaO escritório e o encarregado de dados consultam quem usou o quê e quando.
Revisão de exceçõesAcessos fora da política são sinalizados e revisados pelos responsáveis.
Ciclo de Uso com Rastreabilidade

Ninguém perde o controle de quem assinou o quê.

O objetivo não é criar burocracia para o advogado. É garantir que cada uso do certificado tenha autorização, registro e responsável identificável. Vale do pedido de acesso ao relatório final entregue ao cliente, sem depender da memória de ninguém.

Sem token e sem fila

O certificado deixa de ser gargalo: cada advogado trabalha no seu tempo, sem esperar o colega devolver o token ou liberar a máquina.

Assinaturas rastreáveis

Se um cliente questionar quem protocolou ou assinou, o escritório responde com o registro do acesso. Data, hora e sistema, e não suposição.

Integrações Nativas

Integração com os sistemas que o jurídico já usa.

Tribunais, portais de governo, centrais de cartórios e plataformas corporativas acessados pelo mesmo painel, com o mesmo nível de rastreabilidade e controle. Se o seu sistema não estiver na lista, integramos sob demanda.

Tribunais

PJe, E-SAJ, Eproc e demais sistemas de processo eletrônico acessados pela equipe, com consulta, protocolo e assinatura registrados individualmente por advogado.

Governo

Portais de serviços públicos, e-CAC e sistemas da Receita liberados apenas para os perfis autorizados. Sem token circulando entre máquinas e sem troca de arquivo de certificado.

Cartórios

Centrais de imóveis, protesto, registro civil e demais centrais acessadas com controle de quem consultou, em qual momento e para qual finalidade do caso.

Corporativos

Sistemas internos do escritório, plataformas do cliente, login único corporativo e eventos de acesso entregues à área de segurança da informação quando necessário.

Processo de implementação

Da política de identidade à operação auditável.

A IDEIA implanta a governança de certificados junto com a equipe do escritório, sem exigir hardware adicional e sem equipe interna de TI. A produção segue sem interrupção enquanto a migração acontece.

01

Diagnóstico e migração dos certificados

Levantamos os certificados A1 e A3 em uso, os sistemas acessados por cada área e os riscos do compartilhamento informal atual. Em seguida migramos tudo para o painel em nuvem, com validade e titular conferidos um a um.

02

Configuração de perfis e políticas

Definimos quem acessa o quê, por sistema e por horário. Criamos os perfis por área de prática, ativamos aprovação para acessos sensíveis e conectamos ao diretório corporativo quando o escritório já possui um.

03

Liberação dos sistemas e treinamento

Liberamos os sistemas do escritório e acompanhamos os primeiros acessos junto com a equipe. Treinamos advogados e apoio para operar sem token físico, sem instalar programas e sem trocar arquivo de certificado por mensagem.

04

Monitoramento, relatórios e ajuste

Passamos a acompanhar uso, vencimentos e exceções e entregamos relatórios de auditoria periódicos. Refinamos as políticas conforme novas áreas, novos sócios e novos clientes entram na operação.

Governe Identidade e Acessos

Conformidade sem travar a produtividade da equipe.

A IDEIA centraliza os certificados digitais do seu escritório, aplica política em cada acesso e libera a assinatura em nuvem. Entrega o registro auditável de tudo o que aconteceu, do primeiro protocolo ao relatório final de auditoria.

01Autenticação multifator em todo acesso ao certificado
02Criptografia ponta a ponta e ambiente isolado por escritório
03Adequação à LGPD e ao sigilo profissional do advogado
Dama da Justiça
Perguntas frequentes

Perguntas frequentes sobre certificados digitais

Governança de identidade precisa ser prática o suficiente para orientar a rotina do escritório, e não apenas uma pasta de políticas que ninguém consulta.

É o conjunto de políticas, perfis de acesso, registros e rotinas que define quem pode usar cada certificado digital do escritório, em quais sistemas, em qual horário e com qual evidência. É o que impede o certificado de circular por mensagem, planilha ou token físico sem controle, e o que permite provar depois quem fez o quê.
Sim. O certificado fica em ambiente em nuvem, com autenticação reforçada, e o advogado acessa os sistemas normalmente do seu computador, sem instalar programas e sem carregar token. Vários advogados podem trabalhar ao mesmo tempo, cada um com o seu próprio registro de uso, o que elimina fila, token perdido e operação travada.
Compartilhando acesso, e não o arquivo do certificado. O escritório define quem pode usar qual certificado, em qual sistema e em qual horário; cada uso entra em log auditável. Nenhuma credencial precisa circular por mensagem, e-mail ou pendrive, e nenhum acesso acontece fora da política definida pelo sócio.
Cada acesso é registrado em log imutável: quem acessou, quando, em qual sistema e por quanto tempo. Isso permite responder a questionamentos de cliente, auditorias de conformidade e pedidos do encarregado de dados sem depender da memória da equipe nem de reconstituir histórico manualmente.
É seguro quando a operação combina autenticação multifator, criptografia ponta a ponta, ambiente isolado por cliente e registro de todos os acessos. O certificado permanece dentro desse ambiente controlado: ele é usado, mas não é copiado, e cada utilização deixa evidência auditável.
A IDEIA conduz o projeto do diagnóstico à operação assistida: levantamento dos certificados e sistemas, migração para o painel em nuvem, configuração de perfis e políticas, liberação dos sistemas, treinamento da equipe e acompanhamento dos primeiros acessos. Não é necessário hardware adicional nem equipe interna de TI.
A governança de identidade dá base técnica para as duas obrigações: define quem trata cada dado, registra o acesso, limita o uso ao necessário para o caso e produz relatórios que o encarregado de dados consegue verificar. O sigilo profissional deixa de depender de boa vontade e passa a ter controle e evidência.